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A emigração portuguesa para o Brasil nos séculos XVI e XVII foi composta praticamente somente por homens.

Os brancos estão presentes em todo o território brasileiro, embora as principais concentrações sejam encontradas no Sul e em algumas partes do Sudeste como São Paulo e Rio de Janeiro.

Os brasileiros brancos são todas as pessoas que são descendentes ou parcialmente descendentes de imigrantes europeus e de outros imigrantes brancos.

Era comum que juízes condenassem um indivíduo de origem africana à revelia, sem a necessidade de provas.

Para ocupar serviços públicos da Coroa, da municipalidade, do judiciário, nas igrejas e nas ordens religiosas era necessário comprovar a "pureza de sangue", ou seja, apenas se admitiam brancos, banindo negros e mulatos, "dentro dos quatro graus em que o mulatismo é impedimento".

Ao fim do século XVI, a população branca (portuguesa, na grande maioria) já passava de trinta mil indivíduos, concentrando-se principalmente nas capitanias de Pernambuco, Bahia e São Vicente.

O processo de colonização continuou ao longo do século XVII e ao final do século, a população branca já era de cerca de cem mil pessoas.Caso o homem fosse casado, essa exigência também se aplicava à esposa.Apesar da insistência da Coroa Portuguesa na "pureza de sangue", às vezes essa regra tinha que ser flexibilizada, principalmente nas regiões onde era escassa a população branca.Por exemplo, no inicio do século XVIII, a falta de candidatos brancos para ocupar vagas de vereador em Minas Gerais levou à aceitação de mulatos para os cargos.Porém essa tolerância foi extinta em 1726 pelo rei João V, sob a alegação de que já havia famílias de "nascimento limpo" na capitania para ocupar essas vagas, tornando-se "indecoroso que eles (os cargos) sejam ocupados por pessoas em que haja semelhante defeito".Dada essa ausência de mulheres brancas disponíveis ao matrimônio, se mostrava inevitável que o colono português tomasse como amante uma mulher de origem africana ou indígena.